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30-12-2017

“Estado de São Paulo” elege Portugal como o melhor destino para 2018

Estátua de Dom Afonso Henriques e Palácio dos Duques de Bragança

O jornal “Estado de São Paulo” elegeu Portugal como “o destino turístico” para se visitar em 2018”. A eleição foi realizada por 18 jurados especializados em turismo e viagens, escolhidos pela equipe de jornalismo do caderno “Viagem” do prestigiado "Estadão".

A eleição dos melhores destinos para ir no próximo ano chega à sua quinta edição reconhecendo o esforço planejado e consistente que Portugal vem fazendo para se reposicionar no mercado do turismo ao longo dos últimos dez anos. Com 14 votos, o país de Cristiano Ronaldo e Fernando Pessoa ficou isolado na liderança.

Custo mais baixo do que outros destinos europeus, mesmo idioma, muitos voos diretos. Estas são algumas das “boas justificativas para o aumento do interesse dos viajantes brasileiros por Portugal nos últimos anos”, escreve o “Estadão”. Mas há mais um grande motivo para o turista brasileiro colocar Portugal na sua lista de desejos para 2018: “Hoje, não há lugar mais cool na Europa”, consideram os jurados.

Essa onda que Portugal vem surfando, e que vai continuar em 2018, na opinião de 18 dos jurados escolhidos pelo “Estado de São Paulo”, começou a se formar há cerca de dez anos, quando as autoridades de turismo do país formataram um amplo projeto para mudar sua imagem no exterior. Foi assim que Portugal deixou de ser a “terrinha” dos antepassados para se tornar o destino “fashion” da atualidade. “Graças a isso e a significativas melhorias na infraestrutura turística, Portugal começou a atrair uma leva de turistas ávidos por tendências”, explica o “Estadão”.

O jornal lembra, inclusive, celebridades internacionais que cederam ao encanto do país: a cantora Madonna mudou-se para Lisboa e está reformando uma casa em Sintra; o ator alemão Michael Fassbender tem casa no bairro da Alfama; a atriz italiana Monica Bellucci comprou um apartamento no mesmo prédio do designer de calçados francês Christian Louboutin, às portas do Castelo de São Jorge.

Em busca de segurança, qualidade de vida e serviços públicos eficientes, vários famosos brasileiros também escolheram Portugal para morar. Giovanna Antonelli, uma das atrizes mais requisitadas da Globo, é um exemplo: ela resolveu deixar o Rio e se mudar de vez para Lisboa, com a família.

Lisboa é o destino jovem e criativo da vez na Europa. Virou um polo de atração de empreendimentos na área de tecnologia graças ao custo de vida ainda baixo e à criação de “hubs” de “startups”, como o que será inaugurado em breve no bairro portuário do Beato. Em 2018, a capital portuguesa será, pela terceira vez seguida, sede do Web Summit, o fórum mundial de tecnologia.

Bares em coberturas de prédios, hotéis e hostels moderninhos instalados em palacetes históricos, tanto em Lisboa como no Porto, a segunda cidade do país, o enorme complexo gastronômico Bairro do Avilez e o novíssimo Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) incrementam essa aura vibrante da capital portuguesa.

Porto, por sua vez, ganhou pela terceira vez em 2017 o título de melhor destino europeu em votação popular promovida pela European Consumers Choice, organização dedicada a design e estilo de vida.

Mas Portugal – país fundador da língua portuguesa que é falada no Brasil –, não é só Lisboa ou Porto. Portugal é um país pequeno, do tamanho do Estado de Santa Catarina, mas muito diversificado, com regiões e cidades de tradições e culturas muito diferentes, desde o Minho, ao Norte do país, até ao Algarve, no sul.

Uma visita a Portugal pode muito bem começar por Guimarães, uma cidade bem pequenina, mas lindíssima, localizada 50 quilômetros ao Norte do Porto, com seu centro histórico medieval bem preservado e que foi eleito Patrimônio Mundial da UNESCO. Foi em Guimarães que nasceu Portugal.

Mais informações (quando ir a Portugal, o que ver e como chegar) no link do caderno Viagem do Estadão: goo.gl/cuz61y.

Obs  Texto escrito pelo blog TURISMO EM GUIMARÃES com base em informações do caderno "Viagem" publicadas pelo jornal "Estado de São Paulo", em 12-12-2017

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